A Copa do Mundo de 2026 promete ser a mais imprevisível da história. Pela primeira vez, 48 seleções disputarão o título, divididas em 12 grupos de quatro equipes. Com mais vagas no mata-mata — as duas primeiras de cada grupo mais os oito melhores terceiros colocados avançam —, o espaço para zebras e surpresas nunca foi tão grande.
Enquanto Argentina, França e Espanha figuram como favoritas ao título, algumas seleções chegam com potencial real de ir muito além do esperado. Conheça as principais candidatas a surpreender no Mundial norte-americano.








No futebol, chamamos de zebra ou azarão uma seleção que chega ao torneio sem o status de favorita, mas que surpreende ao avançar além do esperado — seja conquistando o grupo, chegando às quartas de final ou até disputando o título. A Copa do Mundo tem um histórico rico nesse sentido: Camarões nas oitavas em 1990, Coreia do Sul semifinalista em 2002 em casa, Gana nas quartas em 2010 e Marrocos nas semifinais em 2022 são exemplos que mostram que o futebol, especialmente em Copas, sempre reserva surpresas.
Na edição de 2026, o novo formato ampliado favorece ainda mais esse fenômeno. Com 48 seleções e mais vagas disponíveis, uma equipe não precisa fazer uma campanha perfeita para avançar — basta ser competitiva o suficiente para se classificar entre os melhores terceiros colocados.
Algumas equipes chegam à Copa de 2026 sem o rótulo de favoritas, mas com argumentos sólidos para fazer história.
Seleção | Odds chegar à final – Bet365 |
|---|---|
Noruega | |
Estados Unidos | |
Marrocos | |
Croácia | |
Áustria | |
Escócia | |
Japão | |
Colômbia | |
Uruguai | |
Senegal | |
México | |
Holanda | |
Portugal | |
Bélgica |
Depois de 28 anos fora de uma Copa do Mundo, a Noruega retorna ao maior palco do futebol mundial com um trunfo de peso: Erling Haaland. O centroavante do Manchester City foi simplesmente avassalador nas eliminatórias, marcando 16 gols em apenas 8 partidas.
Com um atacante dessa envergadura, qualquer seleção se torna perigosa. Se Haaland entrar em forma de artilheiro no torneio, os noruegueses podem ir muito além da fase de grupos.
Poucas vantagens no futebol são tão poderosas quanto jogar diante de sua própria torcida. A história comprova: a Rússia chegou às quartas de final em 2018 e a Coreia do Sul foi semifinalista em 2002, ambas em seus Mundiais domésticos.
Os americanos têm um grupo acessível e uma geração de jogadores cada vez mais experientes nas principais ligas europeias. O apoio das arquibancadas pode ser o empurrão decisivo.
Os marroquinos chegam à Copa de 2026 com a moral em alta, mas também com uma responsabilidade nova: a de manter o nível de uma seleção que virou referência do futebol africano. Em 2022, foram semifinalistas no Catar — a melhor campanha da África na história das Copas.
Com a base do elenco mantida e jogadores experientes em grandes clubes europeus, Marrocos tem condições de ir longe novamente, mas precisará superar a pressão de ser, agora, uma seleção esperada para fazer bonito.
Vice-campeã em 2018 e terceira colocada em 2022, a Croácia tem uma cultura tática refinada e jogadores acostumados a grandes competições.
Mesmo em fase de transição geracional, os croatas raramente saem cedo de um Mundial. Com organização defensiva sólida e qualidade no meio-campo, seguem sendo uma pedra no sapato de qualquer favorito.
A Áustria retorna à Copa do Mundo após 28 anos de ausência com uma geração talentosa forjada nas ligas alemã e inglesa e um estilo de jogo moderno e intenso.
Poucos adversários saberão o que esperar dela — e isso pode ser justamente sua maior arma.
Após também 28 anos sem disputar uma Copa, a Escócia chega com uma identidade bem definida: raça, intensidade e comprometimento coletivo.
Caiu no grupo com Brasil, Marrocos e Haiti — difícil, mas não impossível. Os escoceses são capazes de incomodar qualquer adversário em dias inspirados.
O Japão chega ao Mundial de 2026 após uma Copa do Mundo 2022 memorável, em que eliminou a Alemanha e a Espanha na fase de grupos. A seleção japonesa evoluiu muito nos últimos anos, com jogadores cada vez mais presentes nas principais ligas europeias.
Rápida, organizada e imprevisível taticamente, é uma das seleções asiáticas com real potencial de fazer barulho no mata-mata.
A Colômbia passou pelas Eliminatórias Sul-Americanas com bom desempenho e chega ao Mundial com uma geração talentosa, mesmo sem depender exclusivamente de um único nome.
O desafio colombiano será transformar o talento individual em consistência coletiva ao longo de um torneio exigente. Quando encaixam, os colombianos jogam um futebol vistoso e são capazes de bater qualquer adversário.
O Uruguai sempre foi maior do que seu tamanho. Duas vezes campeão mundial e com uma cultura futebolística única, a seleção celeste chega a 2026 em transição geracional, deixando para trás ídolos como Suárez e Cavani.
A nova geração, com nomes como Núñez e Ugarte, tem qualidade, mas ainda precisa provar que consegue carregar o peso da camisa em um Mundial.
O Senegal é a atual campeã da Copa Africana de Nações e chega ao Mundial embalado por esse título. Com Sadio Mané ainda entre os líderes e uma geração física e tecnicamente completa, os senegaleses têm tudo para ser uma das seleções africanas mais perigosas de 2026.
Assim como os Estados Unidos, o México tem o fator anfitrião a seu favor. Com uma torcida apaixonada e um histórico de bom desempenho em casa, os mexicanos vão querer quebrar a famosa maldição do quinto jogo — barreira nas oitavas de final que a seleção não consegue superar há décadas. Em 2026, jogar diante de milhões de torcedores pode ser o ingrediente que faltava.
Há ainda um grupo de seleções que não são exatamente azarões, mas chegam à Copa de 2026 sem o favoritismo de outras edições — e por isso podem surpreender ao superar as expectativas.
A Holanda é uma das grandes seleções da história do futebol mundial, mas ainda busca seu primeiro título em Copas. Com uma geração de qualidade e jogadores de alto nível espalhados pelas principais ligas europeias, os holandeses chegam como candidatos a ir longe — e uma eventual conquista seria uma das maiores histórias do torneio.
Portugal chega à Copa de 2026 com Cristiano Ronaldo provavelmente vivendo seu último Mundial. CR7 é um dos maiores jogadores da história e tem motivação extra para terminar sua carreira com o único título que ainda lhe falta. Ao redor dele, Portugal tem uma geração muito competitiva, com Bernardo Silva, Rafael Leão e Bruno Fernandes. A seleção das quinas pode ir muito longe.
A famosa "geração de ouro" da Bélgica ficou no passado, mas a seleção belga iniciou uma reconstrução com novos talentos. Sem a pressão de ser favorita como nas últimas Copas, a Bélgica pode surpreender justamente pela ausência de expectativas — e quem sabe apresentar ao mundo seus novos nomes ao longo do torneio.
Com 48 seleções e um formato que classifica até os melhores terceiros colocados, a Copa de 2026 abre uma janela inédita para que azarões avancem de fase. Uma seleção não precisa mais fazer uma campanha perfeita para seguir na competição. Isso aumenta as chances de vermos duelos inéditos nas oitavas e quartas de final — e quem sabe alguma dessas equipes escrever uma história que o futebol vai lembrar por décadas.
Apostar nos azarões da Copa do Mundo pode ser uma das estratégias mais rentáveis do torneio. Como essas seleções não são favoritas, as casas de apostas atribuem a elas odds mais altas — o que significa retornos maiores para quem acertar. Mas para aproveitar bem essas oportunidades, é importante conhecer os melhores mercados e escolher plataformas confiáveis.
Classificação na fase de grupos — apostar que um azarão avança de fase costuma ter odds atrativas e probabilidade real de acontecer, especialmente com o novo formato de 48 seleções.
Vencedor do grupo — para seleções como Noruega e Marrocos, que estão em grupos acessíveis, as odds de liderança podem ser excelentes.
Artilheiro do torneio — Erling Haaland é uma aposta com odds altas para um jogador do seu nível, já que a Noruega não é favorita ao título.
Chegada às quartas de final — mercado interessante para seleções como Japão, Colômbia e Senegal, que têm elenco para ir longe sem serem favoritas.
Resultado de partida específica — os azarões costumam ter odds elevadas mesmo em jogos equilibrados. Identificar esses confrontos é a chave para boas apostas pontuais.
Apostas ao vivo — acompanhar o desempenho de seleções surpresa durante os jogos pode revelar oportunidades com odds ainda maiores antes de uma virada ou gol inesperado.
Para aproveitar ao máximo as oportunidades nos azarões do Mundial, é fundamental apostar em plataformas seguras, com odds competitivas e boa variedade de mercados. Confira as casas parceiras recomendadas:
Casa de Apostas | Destaque |
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Dica: compare as odds entre as casas antes de apostar. Para mercados de azarões, pequenas diferenças nas cotações podem representar retornos significativamente maiores.
Perguntas frequentes sobre as surpresas da Copa 2026