A Copa do Mundo de 2026 vai marcar uma mudança histórica no torneio. Pela primeira vez, o Mundial será disputado com 48 seleções, deixando para trás o modelo com 32 equipes que foi usado nas últimas edições. A expansão altera a fase de grupos, amplia o mata-mata e transforma a competição na maior já realizada pela FIFA.
Última atualização: 19 março 2026, 16:25
Na prática, o torcedor vai acompanhar uma Copa mais longa, com mais partidas e mais países em campo. O torneio será disputado entre 11 de junho e 19 de julho de 2026, em Canadá, Estados Unidos e México, e terá 104 jogos ao todo.








O novo desenho da Copa prevê 12 grupos com quatro seleções cada. Cada equipe fará três jogos na fase de grupos, mantendo uma lógica que o público já conhece bem e evitando um modelo mais curto ou confuso.
Essa estrutura foi a escolhida pela FIFA para acomodar as 48 seleções sem abrir mão de uma primeira fase competitiva. Em vez de oito grupos, como acontecia no formato anterior, o torneio passa a ter 12 chaves, o que aumenta o número de jogos e também a quantidade de seleções ainda vivas por mais tempo.
Depois da fase de grupos, avançam os dois primeiros colocados de cada grupo e também os oito melhores terceiros colocados. Com isso, a fase eliminatória passa a ter 32 seleções.
Esse ponto muda bastante a leitura do torneio. Antes, uma campanha irregular podia ser fatal rapidamente. Agora, além dos líderes e vice-líderes de cada chave, algumas equipes que terminarem em terceiro também seguem no caminho, o que deixa a disputa aberta até as últimas rodadas.
Com 32 seleções classificadas, a Copa ganha uma etapa extra no mata-mata. Antes das oitavas de final, haverá uma nova fase chamada Round of 32, equivalente à rodada de 32 equipes.
Depois disso, o torneio segue no modelo eliminatório tradicional até a decisão. Isso significa mais confrontos decisivos, mais cruzamentos entre seleções de continentes diferentes e um caminho mais longo até a final. Em uma frase: a Copa ficou maior em tudo.
A principal justificativa é tornar o torneio mais amplo e mais representativo. Com 48 seleções, mais países conseguem participar do Mundial, o que amplia a presença de diferentes confederações e aumenta o alcance global da competição.
Essa expansão também muda a dimensão esportiva do torneio. Seleções que antes ficavam no quase passam a ter mais espaço, enquanto países tradicionais precisam lidar com um cenário mais diverso e menos previsível. O efeito é claro: mais histórias, mais estreias e mais possibilidades de surpresa.
A edição de 2026 terá 104 partidas, número recorde na história da Copa do Mundo. Só a fase de grupos contará com 72 jogos, acima dos 48 das edições anteriores com 32 seleções.
Isso impacta diretamente a experiência de quem acompanha o torneio. Haverá mais rodadas, mais jogos por dia em determinados momentos e um calendário ainda mais carregado do início ao fim. Para o torcedor, é quase um prato cheio; para as seleções, é um desafio físico e estratégico ainda maior.
Com o sorteio final já realizado, a FIFA definiu os 12 grupos da competição. O Brasil, por exemplo, ficou no Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. A estrutura completa do torneio já segue o novo modelo com 48 seleções distribuídas em chaves de quatro times.
Esse detalhe é importante porque ajuda a visualizar como o novo formato funciona na prática. O torcedor não verá apenas mais equipes em campo, mas também mais combinações de jogos e uma primeira fase mais espalhada em termos de confrontos e classificações.
A mudança para 48 seleções também mexe com a leitura das apostas esportivas durante o Mundial. Com mais grupos e mais partidas, o torneio tende a oferecer uma variedade ainda maior de mercados, como resultado final, classificação, total de gols, ambas marcam e desempenho por fase.
Em casas licenciadas no Brasil, como Bet365, BetMGM, Superbet, Betnacional, Betsson, KTO, Esportiva bet e Vbet, a Copa do Mundo costuma reunir grande atenção do público. Ainda assim, o ideal é encarar qualquer aposta como entretenimento, com responsabilidade e sem transformar o torneio em promessa de retorno.
A Copa do Mundo de 2026 será a primeira com 48 seleções, divididas em 12 grupos de quatro times. Cada equipe fará três jogos na primeira fase, e avançam os dois melhores de cada grupo, além dos oito melhores terceiros colocados. Depois disso, o torneio segue para um mata-mata com 32 seleções e total de 104 partidas.
É uma mudança que altera profundamente o tamanho do Mundial, mas sem abandonar a lógica básica que o torcedor já conhece. A Copa fica mais longa, mais cheia e mais aberta a surpresas. Em outras palavras, o torneio continua sendo a Copa do Mundo de sempre, só que em escala ainda maior.